sexta-feira, 6 de julho de 2012

O ponto -G e o tratamento multi-disciplinar da dor pélvica

Tradução livre por Claudia Hacad

Is the Female G-Spot Truly a Distinct Anatomic Entity?
 Amichai Kilchevsky, Yoram Vardi, Lior Lowenstein and Ilan Gruenwald, J of Sexual Med 2012;9(3):719-726.

Foi realizada uma revisão de literatura para pesquisar artigos  que tentaram reproduzir, mapear e visualizar o local do ponto G feminino com reprodutibilidade e consistência, obtendo como resposta :    ….. “ Medidas objetivas mostraram-se falhas em fornecer uma forte e consistente evidência  na existência de um local anatômico que pode ser relacionado com o ponto G feminino”.
 

G-spot anatomy: A new discovery
. Ostrzenski A. J Sex Med 2012;9:1355–1359. 

Mesmo journal do artigo acima , porém esse só dá acesso ao abstract. Muito específico em relação ao local e tamanho.

Provoked Vestibulodynia—Women's Experience of Participating in a Multidisciplinary Vulvodynia Program
. Leslie A. Sadownik, Brooke N. Seal and Lori A. Brotto Journal of sexual med 2012;9(4):1086-1093.
 

Esse processo de entrevista pergunta a mulheres com vestibulodynia sobre suas experiências num programa multidisciplinar. Cinco temas , como melhora da aprendizagem, ganho de ferramentas e habilidades, manutenção da melhora do humor e do bem-estar psicológico, senso de manutenção da melhora e reforço da sensação de poder/segurança. Essa abordagem multidisciplinar teve resposta benéfica como um todo, fazendo coro com as novas evidências do benefício de terapia comportamental cognitiva na dor pélvica crônica.  O trabalho em equipe  fornece os melhores resultados para o paciente.


How well is the multi-disciplinary model working?
 Rosenbaaum T, J Sex Med 2011;8:2957-2958.  Esse e outros artigos estão disponíveis no website: http://www.tallirosenbaum.com/en/en_pubs_index

Comparação das forças ativa e passiva dos músculos do assoalho pélvico de mulheres com e sem incontinência urinária de estresse
. CHAMOCHUMBI, Carla C. M.; NUNES, Fabiana R.; GUIRRO, Rinaldo R. J.  and GUIRRO, Elaine C. O..  Rev. bras. fisioter. [online]. ahead of print, pp. 0-0.  Epub Apr 12, 2012. ISSN 1413-3555.  http://dx.doi.org/10.1590/S1413-35552012005000020.

Esse trabalho comparou as forças ativa e passiva entre mulheres com IUE e continentes, através da avaliação dos MAP com espéculo dinamométrico.


Comparison of active and passive forces of the pelvic floor muscles in women with and without stress urinary incontinence
.CHAMOCHUMBI, Carla C. M.; NUNES, Fabiana R.; GUIRRO, Rinaldo R. J.  and GUIRRO, Elaine C. O..  Rev. bras. fisioter. [online]. ahead of print, pp. 0-0.  Epub Apr 12, 2012. ISSN 1413-3555.  http://dx.doi.org/10.1590/S1413-35552012005000020.

This research compared active and passive forces of pelvic floor muscles between continent and SUI women using  specular dynamometer assessment. http://www.scielo.br/pdf/rbfis/2012nahead/aop015_12.pdf

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