terça-feira, 14 de maio de 2013

Journal Club
Discussão de Literatura Relacionada às Disfunções Pélvicas


Journal Club Online de Disfunções Pélvicas - 23/04/2013
¨"Does improved functional performance help to reduce urinary incontinence in institutionalized older women? a multicenter randomized clinical trial"
Erwin CPM Tak, Ariette van Hespen, Paula van dommelen and Marijke Hopman-Rock
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http://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/21175699

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Artigo do Journal Club 23/04

Journal Club Online de Disfunções Pélvicas - 23 de Abril de 2013
Horário: 21h (Horário de Brasília)
Apresentação e discussão do artigo: "Does improved functional performance help to reduce urinary incontinence in institutionalized older women? a multicenter randomized clinical trial"
Erwin CPM Tak, Ariëtte van Hespen, Paula van Dommelen and Marijke Hopman-Rock
http://www.biomedcentral.com/content/pdf/1471-2318-12-51.pdf

Journal Club Online de Disfunções Pélvicas

Lançamento do Journal Club Online de Disfunções Pélvicas
Prezados(as) Profissionais,
Gostaria de convidá-los para participar do 1º Journal Club Online de Disfunções Pélvicas, promovido pela Biofeedback Federation of Europe (BFE), que se realizará no próximo dia 23/04/2013, às 21h (Horário de Brasília), com duração de 1 hora. O Journal Club de Disfunções Pélvicas é um encontro online de fisioterapeutas e profissionais da saúde que trabalham com reabilitação de disfunções pélvicas. O encontro será conduzido pela fisioterapeuta Claudia Rosenblatt Hacad. Claudia Rosenblatt Hacad é fisioterapeuta Board Certified in Biofeedback for Pelvic Muscle Dysfunction (BCB-PMD)-BCIA (EUA), mestre pela disciplina de Urologia da UNIFESP, coordenadora da equipe de Uro – Fisioterapia do Ambulatório de Disfunções Miccionais -Urologia – UNIFESP(SP), fisioterapeuta do Centro de Tratamento de Incontinência Urinária do Lithocenter (SP) e Urogenital Disorders´s Regional Leader- Biofeedback Federation of Europe (BFE). Os objetivos desse Journal Club Online são: - promover discussão entre os profissionais participantes, trocando conhecimentos e informações sobre publicações em livros e/ou periódicos especializados, metodologias aplicadas e novas intervenções relacionadas ao assoalho pélvico, - atualizar os profissionais em relação à produção científica nacional e internacional. Em cada encontro, um dos participantes é convidado a apresentar de forma resumida um tema/artigo, previamente disponibilizado online aos profissionais interessados. Ao final da apresentação, haverá uma discussão onde todos os participantes poderão analisar o tema proposto. O Journal Club Online ocorrerá mensalmente e será gratuito. Os profissionais interessados em participar deverão enviar um e-mail para bfe.assoalhopelvico@yahoo.com.br até o dia 18/04/2013, para podermos enviar as instruções de acesso. Obs: o número máximo permitido é de 20 participantes por encontro.

terça-feira, 5 de março de 2013

Workshop Tratamento da Incontinência Urinária Masculina

I Workshop de Tratamento da Incontinência Urinária Masculina realizado no dia 02/03/2013 na Lithocenter Jabaquara. Estavam presentes nesse evento profissionais da saúde como urologistas de vários estados, fisioterapeutas, enfermeiros e psicólogos. Participaram do evento os urologistas Prof Dr Carlos Alberto Bezerra, que abordou o passo a passo da cirurgia de sling na incontinência urinária, Prof Dr Flavio Trigo Rocha que falou sobre o tratamento cirúrgico da incontinência urinária masculina: evidências atuais e o Dr João Paulo Cunha Lima que mostrou a prevalência, etiologia e impacto da incontinência urinária masculina. Coube a mim apresentar o papel da fisioterapia no tratamento conservador da incontinência urinária masculina. Após a apresentação, os profissionais presentes levantaram inúmeras questões a respeito da indicação, dos tipos de tratamentos fisioterapêuticos, do tempo de resposta e dos resultados obtidos. Cabe enfatizar que a fisioterapia é considerada 1a linha de tratamento para a incontinência urinária masculina, segundo a Sociedade Internacional de Continência (ICS).

terça-feira, 20 de novembro de 2012

2/7/12 Support for Physiotherapist treating Urinary Incontinence Meeting


The ICS Education Committee recently hosted a joint Education Course with the Argentine Urological Society- Sociedad Argentina de Urología SAU in Buenos Aires, Argentina.  leia mais 

Beth Shelly PT e Claudia Hacad PT antes da reunião do PT em Buenos Aires Argentina 14 de junho de 2012.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Classificações da Dor Pélvica

Tradução livre Claudia Hacad 

Inúmeras classificações de dor pélvica foram propostas no passado, muitas das quais não incluíam as disfunções musculoesqueléticas.

Guidelines  do EAU   sobre  Dor Pélvica Crônica. 


European Association of Urology  (EAU) Guidelines on chronic pelvic pain (Engeler 2010)
o   Axis 1
§ Doença específica associada a dor pélvica
§ Síndrome  da dor pélvica
o   Axis 2 – Sistema
o   Axis 3 – Síndrome  end organ pain
o   Axis 4 – Características referentes
o   Axis 5 – Características temporais
o   Axis 6 – Características
o   Axis 7 – Sintomas associados
o   Axis 8 – Sintomas psicológicos
                                                                   
Terminologia IUGA / ICS  (Haylen 2010)
o   Bexiga Dolorosa  -  dor suprapúbica ou retropúbica, pressão ou desconforto, aumentando geralmente  com o enchimento vesical, podendo persistir ou regredir  após a micção
o   Dor uretral – dentro da uretra
o   Dor vulvar – dentro e ao redor da vulva
o   Dor vaginal – na vagina acima do introito
o   Dor perineal –  entre a fourchette posterior e o ânus
o   Dor pélvica -  dor na pélvis
o   Dor pélvica cíclica (menstrual)
o   Nevralgia do pudendo – dor em queimação do ânus ao clitóris,  dor ao longo do nervo pudendo. Critério de Nantes:
§  Dor na região do nervo pudendo
§  Piora da dor em posição sentada
§  Ausência de dor noturna
§  Ausência de déficit sensitivo
§  Alívio da dor com bloqueio do pudendo
o  Síndrome do trato urinário inferior crônico e/ou outras síndromes de dor pélvica

 

Dois estudos de classificação e tratamento da dor pélvica


European Association of Urology (EAU) guidelines  on chronic pelvic pain (Engeler 2010)

 Artigos recentes sobre  as possíveis origens da dor pélvica.  (Hilton 2011)
 Dor aguda/ inflamação/ dor nocioceptiva – dor de episiotomia
·         Sintomas localizados
·         Sensibilidade localizada
·         Fatores de agravamento e facilitação de acordo com padrão musculoesquelético
·          Resposta eficaz ao tratamento mecânico

 Dor sub-aguda / sensibilização periférica / dor neuropática –  nevralgia do pudendo
·          História de trauma com cura parcial
·         Sinais adversos de tensão neural – parestesia, coceira, disestesia
·         Irritação local, edema, espasmo muscular
·         Hiperalgesia – dermatomal or miotomal
·         Fraqueza motora
·         Ausência de resposta típica a um tratamento mecânico

 Síndrome da dor crônica/ sensibilização central/ dor neuropática – cistite intersticial
·          Dor  com duração superior a 12 semanas
·          Dor relacionada ao stress e ansiedade
·          Dor não -mecânica  e desproporcional –  a dor intensifica na ausência ou presença de pequenos   movimentos, dor difusa e bilateral -  exame Delphi -critério clínico para dor centralizada – forte preditor= dor não -mecânica  e desproporcional (Smart 2011).
Avaliação de dor neuropática – sensibilização periférica/ central (Hilton 2011)
 Smart KM, et al. The discriminative validity of “nociceptive,” “peripheral neuropathic”, and “central sensitization” as mechanism-based classifications of musculoskeletal pain. Clin J Pain 2011;27(8):655-663.
Hilton S, Vandyken C. The puzzle of pelvic pain – a rehabilitation framework for balancing tissue dysfunction and central sensitization I: pain physiology and evaluation for the physical therapist.  J of Women’s health PT. 2011;35(3):103-113
Engeler D, et al Guidelines on chronic pelvic pain Eur Urol 2010;57(1):35-48
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Versão original  em inglês - Beth Shelly  http://www.pelvicpt.blogspot.com